O Brasil atravessa nesses dias atuais, talvez, o pior momento de sua história. Principalmente no âmbito judiciário, onde sua Casa Maior de leis está passando por circunstâncias pra lá de adversas, quando se vê, lê e ouve horrores sobre procedimentos de alguns de seus membros.
E não são situações simples. Até pelo contrário. Ministros citados em ocorrências negativas, suspeitas e até criminosas, como se está noticiando nesses últimos dias, a ponto de sofrerem sanções de uma lei americana que, mesmo não tendo força direta em nosso país mas, por consequência, são atingidos por cláusulas que definem certo tipo de crime, cujo principal deles é o da inobservância à lei em preservar os direitos plenos do cidadão.
Um deles, por exemplo, Gilmar Mendes, está sob suspeições a respeito de movimentações financeiras e comerciais em Portugal. A justiça de lá anda analisando uma série de manobras nesse sentido, quase já chegando à conclusão dos mistérios que o abrange.
Porém, a principal figura nesse imbróglio é o ministro Alexandre de Moraes, que está sendo acusado de centenas de ocorrências inconstitucionais onde, figuras de proa do âmbito judiciário/judicial, dão conta disso com comprovações técnicas diversas, a ponto de uma delas afirma-lo "um criminoso".
Mas de tudo o que rolou, rola e ainda rolará nesse imbróglio, alguns buscam episódios envolvendo aquele ministro, onde ele já afirmou que "Bolsonaro acabou com a minha vida", mas que não explicou detalhadamente porque chegou à essa conclusão.
Já se provou com material forte e sólido que este ministro atravessou o aspecto judicial quando arvorou-se, simultaneamente, como um acusador, vítima, juiz e por último o carrasco, haja vista que penaliza pessoas diversas, algumas delas com comprovação de inocência, farta. Nessas condições, ele já deveria ser considerado suspeito para julgar esses inquéritos que tem dominado e conduzido na esfera jurídica final.
Outro aspecto terrível é sua postura vingativa e até sanguinária, quando provocou a morte de um prisioneiro em situação sofrível de saúde, mesmo isso sendo apontado pelo ministério público. Aliás ainda há o caso de Daniel Silveira, que está preso também em situação física deplorável, e não tem recebido o tratamento que precisa. Tanto o jurídico quanto o médico.
A situação desse ministro é pra lá de desconfortável. Dizem que ele atualmente anda dormindo à base de medicações. E mesmo depois de ter sido sancionado pela Lei Magnitsky, ao invés de afrouxar suas ações exageradas, pelo contrário, as recrudesceu de forma absurda e exagerada.
E com esta última medida de determinar prisão domiciliar ao Ex-Presidente Bolsonaro, com alegações que alguns consideram descabidas, procede de modo até desaforado com aqueles que dele discordam, bem como com as sanções da lei americana, que já lhe trouxeram inúmeras dificuldades.
Por fim, os atos desse ministro estão levando o país a uma divisão moral profunda, porque quem o apoia, o faz de modo a concordar com todas as suas arbitrariedades já praticadas. Mas também desperta em seus adversários uma sensação de repulsa e até de ódio. Isso poderá levar nossa pátria a uma confrontação mútua, entre os favoráveis e os contrários à pessoa desse ministro. Só está faltando isso.
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