E quem é que desconhece o uso supérfluo de certas ocorrências, mantendo certa constância no mesmo assunto, ou algo próximo disso?
Entretanto, como a imprensa faz, ela age como se uma onda fosse. Fica períodos abordando sobre algum acontecimento, marcante ou não, por diversas edições. São maneiras de difundir as notícias pertinentes a isso. Não há alternativa.
E isso ocorre com quem acompanha o cotidiano da vida. Seja em nosso país ou fora dele. Ou seja, é uma repetitividade automática, digamos. E assim, a vida segue, até que a onda passe ou quando uma outra novidade surgir.
Mas o Brasil, nesses últimos seis ou sete anos, anda fornecendo a possibilidade de se explorar ao máximo algumas situações. E desde a chegada do Sr. Bolsonaro à presidência, estas surgiram. Os membros do Superior Tribunal Federal, STF, especialmente o ministro Alexandre de Moraes, investiu pesado na criação de narrativas que envolveram esse personagem. Até atropelando a Constituição Federal do país.
E tudo projetou-se de um modo incontrolável. E num caso especial, como o "8 de Janeiro de 2023", alcançou patamares estratosféricos, causando um rebuliço em todo o país. Mesmo que um bom contingente tenha se proposto a verificar, anotar e denunciar os atos falhos e até inconstitucionais daquele ministro. E os anais do país acumulam mais de quatrocentos deles, segundo quem os anotou devidamente.
Mas dentre todos os acontecimentos graves que se deram, a intervenção americana à algumas dessas situações, alterou mais ainda a normalidade no Brasil. Após denúncias de jornalistas e congressistas brasileiros ao parlamento americano, com aceitação quase que imediata dele, o Presidente Trump resolveu e decidiu impetrar uma lei que existe lá, a Magnitsky, a alguns dos ministros do STF, a princípio cassando seus vistos de acesso àquele país.
Essa lei pune quem pratique ataque à direitos humanos. Quaisquer deles. Bem como aos que intentam contra pessoas americanas, também estrangeiros que estejam ou vivam lá, com situação rigorosamente regular. E também às suas empresas. Se tentarem puni-las extraordinariamente sem concordância daquele país.
Houve também sanções pesadas com taxações comerciais contra o Brasil. Tudo isso, junto e misturado, completou o agravamento dessas situações. Mas o comportamento de Lula com relação aos Estados Unidos e especialmente ao Presidente Trump, aumentaram em muito o acontecido.
Agora, a imprensa deita e rola com tanto assunto. E como são em enormes quantidades, tem tomado quase todos os espaços existentes. E é óbvio que uma hora isso satura a qualquer um. Mas não há outro modo. Deve haver paciência e resiliência a tudo isso.
Segundo quem acompanha todo esse imbróglio, a tal lei pegou os atingidos quase que de surpresa. E muitos já constatam que ela causou um revertério na vida de alguns dos atingidos. Mesmo que até então estes se considerassem como semideuses. E no início até fizeram chacotas daquelas decisões.
Um fator ficou evidenciado. O STF já não alcança total confiança de grande parte da população. Inclusive, pode parecer inacreditável, anda se fazendo piadas, gracejos e memes, principalmente sobre a figura do ministro Alexandre de Moraes. É o que mais se tem assistido nas redes sociais do país. E nunca na história desse país havia se assistido tal coisa.
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