Ontem mesmo já surgiram situações apeladoras por parte do Supremo Tribunal Federal, STF, adotando a possibilidade de lançarem normas obrigando o sistema bancário brasileiro a não cumprirem as determinações da Lei Magnitsky, recém adotada pelo Governo americano, com retaliações pesadas ao ministro Alexandre de Moraes. Visando a livrar o ministro daquelas penalidades, que o transformaram num pária internacional no aspecto financeiro/patrimonial.
Caso isso ocorra os bancos ficarão entre dois fogos, haja vista que boa parte dos bancos possuem vínculo com entidades americanas, o que lhes obrigam a respeitar a dita lei, sob pena de pesadas consequência em caso de desobediência àquela lei.
Daí que, pelo jeito, começou o famoso jogo de puxar a corda para o seu lado. E o tempo irá dizer quem possui mais força, ao mesmo tempo quem venceu a disputa. Até agora não se viu o efeito de nada, a não ser de narrativas sobre as penalidades sobre aquele ministro. Parece que teremos que aguardar mais um tempo para ver e constatar os efeitos daquelas medidas.
Especialistas desses assuntos garantem que a situação é realmente pesada. Que não há como sair dela, haja vista que o rigor jurídico americano não costuma brincar com essas coisas. Também informam que em outras oportunidades, aquelas pessoas que foram submetidas à mesma lei, desmoronaram-se por completo em suas vidas sociais, financeiras, econômicas e políticas.
Conhecendo-se muito bem como são as iniciativas do ministro, também dos desrespeitos que perpetrou nesse tempo inteiro até aqui, é de se supor que ainda termos muita confusão e indefinição da referida situação. Tenhamos paciência, então.
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