Já se começa a ver a chegada daquilo que chamam de "hora H". Ou seja, o momento em que se terá que enfrentar as situações de frente, sem outra alternativa. Isso porque deixou-se chegar a um ponto extremo de absurdo, onde os vivaldinos, oportunistas e aproveitadores das maracutaias e roubalheiras que se praticam há muito nesta terra, uma hora teriam que serem ajustadas.
O que já perpetraram no país são situações extremas que deveriam terem sido combatidas desde então. Mas, infelizmente, num país onde predomina a malandragem, ficou fácil permitir-se tantas arbitrariedades. E uma hora elas deveriam ser combatidas e eliminadas no país, tornando a vida dos cidadãos mais simples e venturosa.
Infelizmente a história do mundo dá conta de explicar isso. Muitas e muitas revoluções aconteceram para que suas populações se libertassem de seus algozes. E o custo disso foi extremamente caro e pesado. Vidas acabaram rolando. E sangue também.
Óbvio que os cidadãos de bem não querem passar por isso. Mas os que lhes são contrários, pouco valor dão a essas circunstâncias. Nunca percebem que suas vidas também correrão perigos. É como se existisse neles uma cegueira crônica e circunstancial.
Quando muito se falou ser o brasileiro um ser pacato, buscava-se empregar aí um falso eufemismo. Ele é um fraco. Só resta descobrir as razões disso. Talvez se possa atribuir ao sol extremo que brilha no país; também um extenso litoral, com praias lindas, aguas quase mornas; uma sequência e quantidades exageradas e enormes de feriados; o carnaval; o futebol; dentre muitos outros festejos sazonais.
Também se afirmou não ser o brasileiro sério. Até se cometeu equívoco em atribuir ao Presidente Francês, De Gaulle, tal afirmação. Mas depois descobriu-se que ela partiu de um diplomata radicado em Paris, em 1962, cujo nome era Carlos Alves de Souza Filho.
E assim, se cumprirá uma certa afirmação: "tudo tem a hora certa!" E ela está por pouco acontecer no Brasil. O que dará? Ninguém pode prever. Mas se pode ter uma certeza: não será em boa coisa.
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