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segunda-feira, 4 de agosto de 2025

EXISTEM JORNALISTAS E jornalistas.

     Ainda existe muita gente no Brasil que não pensa na dureza dessa Lei Magnitsky, recém adotada pelos Estados Unidos, para sancionar alguns brasileiros. Dentre eles, o ministro do Supremo Tribunal Superior. Até alguns de seus colegas não se dobram a isso, mesmo havendo enormes possiblidades de serem alcançados por ela, também.

      Isso pode demonstrar ignorância. Mas também resistência a algo que sabem muito bem o potencial que possui. Mas é assim mesmo. Alguns até apostam pra perder, outros já perdem sem apostar, se isso seja possível, é só uma forma de falar.

      E assim a coisa vai correndo. E quando acontecem fatos determinados e determinantes, que resultam em situações lamentáveis, aí não dá mais para chorar o leite derramado, segundo a sabedoria popular.

      Existe uma crença de que o mês de Agosto é ou seria "do cachorro louco", seja lá o que isso queira dizer. Mas conota algo ruim, negativo, triste, que acomete alguns. Os mal bafejados de sorte, digamos.  

      Sendo assim, é possível que empregados da Globo estejam incluídos nessas circunstâncias. Desde o dia primeiro deste mês, tivemos lá algumas demissões, e de figuras carimbadas. Talvez já seja influência da Lei Magnitsky. A primeira delas foi Eliane Castanhede, que estava na casa há cerca de quinze anos. Foi desligada de lá.

      Mas as surpresas não pararam por aí. Outra jornalista muito conhecida e discutida, Danielle Lima, também perdeu seu posto no dia de hoje, 4 de agosto. E nessa mesma rota, um outro jornalista dessa mesma emissora, Mauro Paulino, foi rifado de lá, também.

      O fato interessante nos três são as posições que assumiram durante seus desempenhos profissionais, onde sempre receberam muitas críticas, era o posicionamento político na esquerda política do país. Além de não esconderem isso, faziam questão de sobrecarregar suas atuações nessa linha. Eles não seguiram os ensinamentos de onde aprenderam para trabalhar. Fugiram totalmente das lições.

       Coincidentemente, no sábado, a imprensa perdeu um de seus maiores ícones, José Roberto Guzzo. Faleceu no sábado, aos oitenta e dois anos de idade, deixando órfãos aqueles que aprenderam o verdadeiro jornalismo. Era um abnegado da verdade. E totalmente contra a mentira.

       Mas a vida seguirá seu curso. Apenas seria bom que jovens que estão se alinhando à atividade jornalística, tenham o cuidado de analisarem esses personagens. E que se moldem ao melhor deles, o Guzzo. Os outros, apenas ficam como coadjuvantes nesse métier. Mas que não servem para nenhum rumo profissional.

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