Sempre que houver, ou acontecer, algo ou alguma coisa, ou fatos, importantes, graves e/ou complicados, logo surgirão muitas alegações. Contra ou a favor. Entrando em vigor o famoso exercício humano do "puxar a brasa para a própria sardinha".
Foi e será assim, permanentemente, haja vista que cada um quererá fazer prevalecer seus pontos de vistas, suas razões e etc... Mas se sabe muito bem que a verdade é absoluta. Pelo menos deveria sê-lo. Mas o ser humano é um desvirtuado por natureza. Assim é que surgem divergências, discussões, enfim, um monte de desencontros e discórdias entre todos. Ou quase.
Então, nos remetemos aos fatos atuais que andam acontecendo neste país. Até nem é uma coisa simples de abordá-los, porque já se entrou em disputas. Morais, políticas, sociais, dentre outras mais...
Mas desde o momento que se assiste à pessoas com alto teor de conhecimentos jurídicos, como Ives Gandra Martins, jurista, e o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio de Mello, dentre vários outros, que se posicionam de forma direta nessas problemáticas, rebatendo e afirmando as inconstitucionalidades em tais fatos, fica até fácil chegar-se à conclusão de que, sim, há muita coisa errada no país.
O absurdo delas chegou ao ponto de se nomear Alexandre de Morais, do STF, como um "ditador de togas". E é ele, quase sozinho, que anda aprontando ilegalidades no país. Mas, infelizmente, conta, no mínimo, com omissões de seus colegas de toga, onde alguns até o apoiam em seus atos arbitrários.
E de tanto que fez, prendendo e condenando pessoas inocentes à prisões com penas exageradas, cassando mandatos legislativos de alguns deputados, cancelando passaportes de alguns que define como "seus inimigos", mas principalmente investindo em perseguição política ferrenha ao Ex-Presidente Bolsonaro, condenando-o do que podemos considerar como "incondenável", só restava despertar atenções de muitos que nunca o aceitaram como um ministro do STF.
Este contingente de "inimigos arranjados", atravessou fronteiras. E foi parar no Congresso Nacional americano, onde cresceram ações que redundariam no que estamos assistindo momentaneamente, com sanções daquele governo, o que anda causando um rebuliço e um alvoroço no país inteiro. E, segundo quem entende disso, "é coisa pra mais de metro", coisa complicada, como dizia um personagem de um programa humorístico global.
Em assim sendo, a confusão foi formada. Daí que os dois contingentes formados, um contra e outro a favor, estão torcendo para um dos lados. Mas, a bem da verdade, tomara que a justiça completa vença nisso. E ela não está do lado do ministro. Com certeza.
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