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quinta-feira, 31 de julho de 2025

IREMOS AOS DESDOBRAMENTOS DA LEI MAGNITSKY

      Pouco faltando para completar vinte quatro horas do acontecimento, a bomba que o Presidente Trump lançou sobre o Brasil e o ministro Alexandre de Moraes, sancionando-o sob a rígida Lei Magnitsky, óbvio é que um número exagerado de situações apareceu. Até algumas absurdas.

      Por esse curto tempo, não dá para criar tanta expectativa no que ocorrerá, é deixar o tempo passar e a poeira 0baixar. Mas, reconheçamos, foi uma verdadeira bomba atômica, que atingiu o país, causando surpresas em quase toda a população.

      Com isso, foram gerados prognósticos. Uns bons e outros, não. E nesse segundo ponto é onde residem as preocupações dos entendidos nesses assuntos. Tanto o da pesada tarifação ao país quanto às sanções ao ministros. E talvez essa última trague uma gama de suposições. Mas que ainda não possam ser consideradas definitivas.

      Passando os dias, poder-se-á observar tais desdobramentos. Até onde e como o ministro sentira essas sanções. É a primeira vez no país que um acontecimento desse se dê. Daí não há como antecipar prognóstico de nada. Apenas se pode observar é que boa parte da população está externando um prazer e uma satisfação muito grandes. A ponto de haver festejos e comemorações com essas questões.

      O Supremo Tribunal Federal já se manifestou, apoiando o sancionado. Estão com ele e não abrem. Naturalmente isso renderá muitas discussões. E ainda é possível que outros colegas do ministro também sofram consequências daquela mesma lei. A dos vistos cancelados foi a primeira delas.

       Mas teremos que aguardar também a manifestação do Congresso Nacional, em especial o Senado, porque permaneceram omissos durante o andamento das denúncias feitas por brasileiros ao Congresso Americano, mesmo acompanhando as barbeiradas do ministro. Não tomaram frente nenhuma vez, com as arbitrariedades e, principalmente, com as  inconstitucionalidades por ele perpetradas.

       Enfim, tudo isso, junto e misturado, criou um novo ambiente em nosso país. E que não tenhamos nenhuma esperança que o governo federal agirá equilibradamente nisso, porque sabemos muito bem da posição contrária de Lula ao Presidente Trump. E isso nem é assunto novo, muito pelo contrário, é coisa muito antiga. Ou seja, ainda virá muito chumbo grosso por aí.

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