Onde é que estamos? E onde foi que paramos, nas atuais situações caóticas que estamos enfrentando em nosso país, o Brasil?
Se não fosse trágico, seria até divertido ver o estabelecimento de outra ditadura no país. Mas com características bem diferentes, diga-se, dos modos das outras que aqui ocorreram
É interessante ressaltar que da última ditadura que enfrentamos, a de 1964 até 1985, foi exageradamente explorada a aplicação de tortura em alguns desses brasileiros. Mesmo que dentre eles, quase a totalidade, era formada de verdadeiros criminosos. Gente assassina, criminosa. E tudo devidamente comprovado por documentação sólida, ao dispor de todos nos anais da República. E que não foi a totalidade das forças armadas que as praticaram. Só alguns núcleos delas.
Mas tal exercício, a tortura, é altamente repudiado por muitos. E até com razões. Principalmente os que estão ao lado da criminalidade tupiniquim. Mas que agora, com vários casos expostos de brasileiros torturados por autoridades tupiniquins, no exercício do Supremo Tribunal Federal, STF, bem como sob o comando do ministro Alexandre de Morais, aqueles mesmos, os de sempre, os que fazem parte da esquerdalha, fazem de conta que não sabem e nem de que ocorre tal tortura nos dias atuais.
Alguns desses exemplos estão nas pessoas do ex-assistente do Ex-Presidente, Filipe Martins, que foi preso injustamente, como já se comprova, que ficou preso numa solitária escura por dez dias. Também foi o caso do tenente-coronel Cid, que ainda está muito complicado com sua situação. Mas vários dos participantes do 8 de "Janeiro", gente simples, e entre eles idoso(a)s, doentes, camelôs, mendigos, dentre mais alguns. Inclusive com o retorno de duas idosas à prisão, por alegações de terem violado as tornozeleiras que usam, recentemente.
É a velha máxima que diz: se meu inimigo não tiver defeitos, eu os crio". Como também: "aos amigos, tudo, aos inimigos o rigor das leis". E assim fica tudo mais fácil. Leis? Para a esquerdalha, elas só existem e são aplicadas aos seus adversários, que na verdade são inimigos. Enfim, este é o país da impunidade. Mas da ilegalidade, também.
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