Com todo esse rebuliço que se está vivendo em nosso país, o Brasil, e que nem é de hoje, mas sim do primeiro dia de governo do Sr. Bolsonaro, em 2019, por esses dias é bem possível que possamos ter a ideia que tudo isso terá um desfecho. Se positivo ou não, aguardemos.
Sempre haverá discussão a respeito de política. Uns a favor, outros contra. Isso é um fator universal. Quase sempre destaca as posições unitárias das pessoas. O que se costuma classificar com legal ou não. Um lado sempre acusará o outro de estar na banda errada. E quem é que estará com a razão?
Talvez isso nem seja difícil de definir e resolver, porque a verdade, apesar de dizerem que ela possui dois lados, tal afirmação não é verdadeira. A verdade é uma só. Ponto pacífico. O que ocorre é que os lados são naturalmente antagônicos em função das índoles que incorrem aí. Uns são do bem e outros do mal.
Infelizmente em nosso país, o Brasil, dessas bandas, podemos ver que uma delas, a do mal, causa sérios prejuízos à nação. Está sempre envolvida com maracutaias, roubalheiras, mau-caratice, dentre outras ações de ilegalidades. Com o agravante de a cada dia que passa, mais geraram esses tipos horrendos de ações.
Então, com a citada eleição, vimos o processo moral levar um tranco. Um personagem, que veio da direita política do país, intencionou mudar toda aquela conceituação absurda que havia nele. A começar por derrubar com o processo da corrupção desenfreada que havia se instalado na nação. Foi mexer em casa de marimbondo.
A partir disso, e daí, vimos a real situação em que nos encontrávamos com relação à imundices. Ela era, e ainda é, profunda e larga, onde até costuma-se dizer que se cria dificuldades para vender facilidades. E isso é a pura realidade.
Com isso, todos aqueles que foram envolvidos nos reparos daquele presidente, tomaram frente em combater as alterações previstas e necessárias de mudar. Foram e ainda estão na luta disso. E não sabemos onde tudo parará.
Se positivamente ou não, aconteceu uma pesada interferência nesse processo, vindo lá do hemisfério norte. Dos Estados Unidos. Que com uma gestão recente, posicionada à direita da conceituação política universal, aproveitou duas situações para intervir. Uma delas na área política e a outra na econômica. E agiu depressa e com rigor.
Em ambas, com relação à nossa nação, acertou em cheio. Vínhamos de situações gravíssimas nesses âmbitos, onde precisávamos internamente resolvê-las. Mas como isso não aconteceu, por razões de inércia, omissões ou prevaricações de agentes públicos responsáveis por isso, uma lei daquele país foi aplicada para resolver esses imbróglios.
Agora, caberá ao povo brasileiro, conscientizar-se das gravidades inseridas nessas inciativas, dando início ao reparo necessário de sua parte e responsabilidade, até para retirar daquele outro país toda a responsabilidade que ele nem possui para consertar o nosso.
Simples assim.
Nenhum comentário:
Postar um comentário