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sexta-feira, 7 de novembro de 2025

UMA DURA REALIDADE

  A coisa anda difícil nesse país. Apesar da imprensa estar também divida, anda passando distante de tudo aquilo que se viu em décadas passadas, cujo compromisso com os leitores mantinha um certo grau de fidelidade, hoje já não se vê isso.

   É óbvio que ainda existem jornalistas sérios e responsáveis no país. Dois deles, Augusto Nunes e Alexandre Garcia, são referências absolutas naquilo que uma população precisa para tomar conhecimento do que, verdadeiramente, existe no país. Mas o sistema Globo já era. Afundou na imoralidade.

    A Revista Oeste e o jornal A Gazeta do Povo, de Curitiba, ainda dão esperança de se imaginar que nem tudo está perdido nesse âmbito. E com mais uns outros poucos, nos passam informações fidedignas, reportando os horrores que acontecem no país.

     Infelizmente, o âmbito governamental, que ora está dominado pelo Partido dos Trabalhadores, PT, cuja figura principal é Lula, anda mostrando uma realidade trágica para todos. São escândalos diuturnamente. E isso está aí mostrado e documentado para quem o quiser ver. Mas parece que grande parte da população não o quer.

     Quando é que se imaginaria possuir um presidente da república, com letras minúsculas, sim, como esse que está aí na atualidade? Só tem envergonhado o Brasil e seu povo. Sua postura, comprometida com ditaduras e ditadores, bem como declarando-se escancaradamente um comunista, foge totalmente ao que era defendido até décadas atrás. Fosse naqueles tempos, ele já teria sido posto pra fora do cargo.

       Atualmente a moralidade anda ausente de quase tudo neste país. E nos Três Poderes da República. O povão perdeu todas as referências nas quais poderia se nortear. E com a criminalidade em patamares assustadores, já quase não se anda podendo andar livremente e sem medo pelas ruas das cidades brasileiras.

         Enfim, como é que se consegue abordagens positivas para se tecer uma matéria qualquer, a não ser a de horrores? É claro que ninguém gosta de ler tais temas. Mas, fazer o quê?

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