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quinta-feira, 6 de novembro de 2025

DIVISÕES CONCEITUAIS. E (I)MORAIS, TAMBÉM.

       Mesmo com tanto assunto discutido na sociedade, brasileira e do mundo, simultaneamente, só se pode observar uma coisa: conversas fiadas. Sim, aquelas que nunca definirão caminho algum a seguir, definindo e determinando as soluções que queremos, contamos e esperamos.

       E é dessa forma que tudo continua como dantes no quartel de Abrantes. Rigorosamente. É muita perda de tempo. Pelo menos a metade dos problemas, dificuldades e situações que necessitamos, já poderiam terem sido arrematadas, solucionadas.

       Fora isso tudo, pode-se contar que também há retrocessos infindáveis em nossas vidas. Situações que, se não evoluem para o bem ou melhor, ainda retroagem. E um exemplo disso podemos contatar nas recentes eleições em Nova Yorque, nos Estados Unidos, que deram a vitória ao candidato muçulmano. Alguém que representa atraso e até perigo, segundo especialistas nesses assuntos.

       Enquanto que aqui em nosso país, o Brasil, possuímos um presidente da república, assumidamente um comunista, amigo de ditaduras e ditadores, que faz apologia do crime e de criminosos, como nesta última citação dele sobre as operações da Polícia carioca, onde resultaram com a eliminação de 117 crimosos. Mas também contou-se com a morte de 4 policiais.

       A grosso modo, pode-se afirmar que existem coisas muito erradas nisso. Mas quem é que está sabendo lidar com tais questões? Não há dúvidas da divisão (i)moral da própria população carioca. Isso não é um bom reflexo. E alguma coisa tem que ser feita para, pelo menos, entender-se o porquê dessa divisão. Mas será que existem pessoas com tais intenções? Por certo que sim. 

       Então, vamos ver se isso acontece.

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