A paciência de boa parte dos brasileiros acabou! Tanto tempo se perde/perdeu com verborragias, que chega uma hora e dá muito bem para se ver que, ao que parece, não se está querendo mudar nada no país, principalmente com montões de absurdos que aqui se comete.
Divertido, se é que se pode considerar assim, é ver que quase tudo está escancarado para todos. Tanto de verdades quanto de mentiras. E estas últimas são predominantes, tantas que são. Mas também que xercem uma força muita grande sobre todos. E grande parte da população acaba por aceitá-las.
É inegável que o desequilíbrio social está imperando. Mas de uma forma distorcida, haja vista que os gestores da coisa pública o usam a seu favor e contra aqueles que se encontram na condição de necessitados. E nesses últimos anos eles aumentaram suas ações nocivas junto a estes, a ponto de torná-los dependentes dessas situações.
Mesmo sabendo-se que existem pessoas que trabalham para reverter tal quadro, mesmo assim a ação daqueles é profunda. E estão vencendo. O povão, a cada dia que passa, vai ficando mais miserável. Já está se tornando uma pobreza crônica.
Não se precisa ser especialista em coisa alguma. Até porque o que há de especialialistas nesse país, é uma coisa horrível. Mas mesmo assim tudo continua na mesma. Uma lambança só. Mas basta ter consciência, senso observador, coerência e atenção. Há um trabalho profundo junto à população, buscando transformá-la em vivas mediocridade e vulgaridade.
Dentre muitos aspectos dentro dessa narrativa, há que se atentar para o fator violência urbana/social. O nível dessa situação está em extremos. E do jeito que acontece, fica difícil encontrar um meio de debelá-la. E nem mesmo o recurso divino, que muitos já o buscam, está resolvendo.
É bem possível que tudo isso avançará, até o ponto de não mais haver ninguém vivo. Exageros à parte, claro. Mas que se encontre soluções o mais rápido possível.
*Em tempo: teria sido coincidência tornar o Lula, um condenado e prisioneiro, voltar à presidência do país? Quem quiser, souber ou puder, que responda.
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