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sábado, 15 de novembro de 2025

CADÊ A VERGONHA NA CARA??

       Culturalmente nosso país continua em atraso, se comparado com outras nações mundiais. E os resultados dos exames do ENEM mostram isso ano a ano. Daí que é quase inútil querer-se exigir dessa atual juventude, fatos como os que envolvem certas celebridades Brasileiras. Uma delas, é Capistrano de Abreu.

        Esta personalidade, em 1908, lançou uma hipótese de que a nossa Constituição Federal, CF, contivesse apenas um artigo e um parágrafo. Que diziam:

"Artigo 1º - Todo brasileiro deve ter vergonha na cara." 

"Artigo 2º - Revogam-se as disposições em contrário."

        Então, com a passagem de mais de uma centena de anos, há que se convir que nada disso se cumpriu em relação ao povo brasileiro. Muito menos com seus políticos. Incluindo-se aí todos os homens públicos do país. Porque, pelo que se observa, a coisa está de mal a pior.

        Não há a menor dúvida que o maior personagem dessa atualidade no país, o presidente da república, se encaixa totalmente fora dessa realidade (antítese provocativa). Anda agindo, sempre, envergonhando o país. Tanto interna quanto externamente, haja vista que só é reconhecido por ditaduras e ditadores, ficando fora do grupo de nações avançadas.

         Já não é sem tempo que o povão devesse reconhecer tais mazelas. Afinal, um presidente da república é um cargo temporário, pelo menos, digamos, na situação que atravessamos, quando o acusam de atos ditatoriais, junto com membros do Supremo Tribunal Federal, STF. Então, se realizando a padronização regular que existe nesses casos, ele logo estará fora do cargo, cessando essa ação desavergonhada que produz atualmente.

          Mas há que se contar com a conscientização coletiva no país. O povo deve colocar-se de prontidão, elegendo elementos capazes, probos e decentes, eliminando a escória ora existente nele. Óbvio que essa não é uma situação fácil. Conseguiu-se reunir uma verdadeira manada de incautos. Gente que se acostumou com migalhas. Estas provenientes de muitos planos de benefício à elas. Isto  tornou-as dependentes crônicas do erário.

          O ano de 2025 praticamente já acabou. E em se iniciando o de 2026, que será um ano eleitoral, há que se adquirir o que Capistrano de Abreu sugeriu logo na primeira década do Século XX.

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