Coisa estranhíssima é observar-se o comportamento de muitos no tocante ao avanço político da direita mundo afora. O último exemplo disso deu-se em Portugal, por esses últimos dias. Mas querer aterrorizar o mundo a respeito disso, afirmando-se que estas mudanças trazem instabilidades, é muito mais do que um mau caratismo de quem assim age.
O mundo sabe muito bem que esquerda, comunismo, socialismo e seus afins, traz, a bem da verdade, o verdadeiro terrorismo na vida daqueles aos quais estão submetidos a esses sistemas/governos. E tudo está tão à mostra.
E é assim, e por isso, que o nosso país, o Brasil, anda atravessando um verdadeiro terremoto de ações vis por parte daqueles que não querem a esquerda subestimada, ou fora de ação, nele. Aí demonizou-se a figura de Jair Bosonaro.
É impressionante como a estupidez, e também a ignorância, tomou conta de tanto espaço. E de tanta gente. É muito comum observar-se pessoas manifestarem tremendas rejeições ao Ex-Presidente. E quando indagadas o porquê disso, quase sempre desconversam, por não saberem apontar uma razão sólida dessa rejeição.
Infelizmente, a imprensa do país, pelo menos grande parte dela, amarronzou-se de tal forma, distorcendo, inventando, mentindo e criando factóides mil, sobre o Ex-Presidente Bolsonaro. Esqueceram por completo que o que dizem dele é exatamente o que deveriam dizer a respeito do atual presidente do país, Lula. Um mentiroso, ex-condenado e ex-presidiário. Aí, sim, são verdades. Puras, naturais e autênticas.
Mas o mundo está cheio desse tipo de coisas. Não se pode esquecer dos acontecimentos nos Estados Unidos, e também das pesadas críticas da imprensa de lá, sobre o Presidente Trump.
Para quem, como este autor, um cidadão com mais de setenta anos, que viveu outros tempos, diferentes desses atuais, onde a seriedade, a probidade e a decência existiam, coisas que já não existem mais, têm-se que aturar o que está aí. Canalhices, inverdades, invenções e cinismos. E tudo isso é considerado normal nos atuais dias.
Duro é ter que conviver, e aturar, tantos absurdos.
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