Hoje em dia não há como espantar-se com mais nada. Do maior ao menor absurdo, haja vista que o humano descambou de vez para a profundeza dos absurdos existentes nesse mundo.
Recentemente veio à tona histórias envolvendo os tais bonecos reborns. Ou bonecas, também. E é impressionante o que eles apresentam em matéria de realidade com um bebê humano. Apenas aparentemente, frize-se. Mas isso deveria guardar um certo limite por parte da população do mundo. Mas não é o que anda acontecendo.
Alguém buscar substituir a existência de um filho, trocando-o por um desses bonecos, é o cúmulo do absurdo. Mas em se tratando dessas modernidades atuais, está parecendo ser a coisa mais natural e normal da vida.
Mas parece que não se está respeitando limite para isso. Alguém querer, por exemplo, batizar numa igreja um desses bonecos, é o fim da picada, convenhamos. Mas, como se tem tomado conhecimento, uma mulher manter com um deles um comportamento maternal, aí já é demais.
É sabido que alguns doidos usam bonecas infláveis para seus deleites sexuais, como se tivessem a transar com uma mulher de verdade. Mas o que fazer? Há loucos e locuras demais nesse nosso cotidiano. Mais uma, não fará nenhuma diferença no geral e no total.
Interessante é saber, e ler na imprensa, o número de crianças abandonadas em orfanatos, como também largadas pelas ruas, sem ter ninguém que as absorva, como também busque auxiliá-las, seja lá de que forma for. Mas a modernidade tampouco está ligando para isso. É muito menos complicado possuir um reborn do que aturar mijo e cocô de bebês. É quase nenhum trabalho. E mau cheiro.
Há que se ressaltar um fato desses da modernidade. Quase já não há mulher querendo assumir maternidade. Talvez isso possa explicar grande parte de crianças desajustadas nesse nosso dia a dia. Ser mãe já não é prioritário. Para nada e/ou para ninguém. Duro, mesmo, é ver onde tudo isso parará.
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