E eis que chega ao final o tal de "inquérito do fim do mundo", como bem o classificou e nomeou o ex-ministro Marco Aurélio Mello. Só que com uma simples detalhe. Tudo já era esperado. Um julgamento que muitos o classificariam como de "cartas marcadas". Daí não poder dar em outra.
Mas será que esse pessoal julgador seria capaz de observar algo mais nesse andamento? É bem provável que não. A população do país formou uma conceituação pesada a respeito de alguns dos ministros componentes daquele tribunal, o Superior Tribunal Federal, STF.
São muitas suspeitas sobre alguns deles. Uma delas culmina com o que foi noticiado em parte da imprensa nacional, dando conta da aquisição de um imóvel em Brasília, algo em torno de doze milhões de reais, mesmo que adquirido por uma empresa de fachada, segundo consta, de propriedade do ministro Alexandre de Moraes e sua esposa.
Além desse ministro, algum tempo atrás correu na imprensa o nome de um outro, Luiz Barroso, apontado como possuidor de um imóvel, este nos Estados Unidos, com valor em volta de vinte dois milhões de reais.
Mas a coisa não para por aí. Também um outro ministro, Gilmar Mendes, muitas vezes citado na imprensa como possuidor de grande fortuna no exterior, principalmente em Portugal, onde vai periodicamente e com certa frequência. Mesmo que informe ir dar palestras jurídicas naquele país.
E ainda há mais dois daqueles ministros que são citados vez ou outra na mesma imprensa, onde ventila-se que participam de negócios milionários, envolvendo outros milhões de reais. Isso sem contar que foram citados como envolvidos em corrupção na famosa Lava Jato. E um deles ficou conhecido pelo jargão do "o amigo do amigo do meu pai".
Diante disso, depois de se ver, ouvir e ler em parte da imprensa, aquela considerada sã, que o ministro Alexandre de Moraes tem contra sí, anotado e registrado, uma série de atos e decisões inconstitucionais, onde até é acusado de "criminoso" por um ex-desembargador, Sebastião Coelho. É lógico que não se pode considerar como lícito o julgamento recém terminado e com a condenação de quase todos os que nele eram acusados. Principalmente o Ex-Presidente Bolsonaro.
E tudo ainda consta com o embasado relato de outro ministro dessa mesma casa, Luiz Fux, que desconstruiu com suas explanações, tudo o que foi criado pelo ministro Alexandre de Moraes e seus pares, a respeito desse mesmo julgamento. E isto repercutiu de forma avassaladora nos meios jurídicos brasileiros, como também na imprensa séria do país.
Assim, conclui-se, que não estejamos num caminho de plena legalidade no país, onde sua corte maior cai em alto grau de suspeição junto à grande parte da população do país. E isso denigre a própria justiça brasileira. Uma pena.
*Em tempo: faltou citar a aplicação da Lei Magnitsky sobre a pessoa do ministro Alexandre de Moraes, lei esta que age contra aqueles que desrespeitam leis e direitos das pessoas. Bem como agir mal contra outra nação, invadindo espaços legais e jurídicos pertencentes a outra nação.
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