Existe a necessidade naqueles que tenham o que dizem "reputação ilibada", não se omitirem em nenhuma oportunidade a respeito disso, principalmente quando estamos vivendo em nosso país, a exata inversão desses valores, sob circunstâncias pra lá de pesadas, de acordo com o que estamos assistindo nesse período atual, com relação à perseguição implacável de elementos ignóbeis, e que atualmente ocupam funções importantíssimas na gestão nacional. Principalmente num âmbito dos mais importantes, o da justiça.
Alguns até nem sabem a quê ou a quem atribuir essa onda persecutória, principalmente do ministro Alexandre de Morais, que decidiu perseguir o Ex-Presidente Bolsonaro, desde seu primeiro dia como Presdiente do Brasil, em 1º de Janeiro de 2019. Estando tudo anotado e registrado nos anais do país, bem como sob controle de, no mínimo, uma dúzia de jornalistas de honra inabalável como a de Augusto Nunes de Alexandre Garcia. Fora muitos outros de outras áreas específicas, também.
E isso degringolou de vez, a ponto de despertar uma série de sentimentos contrários àquele ministro. E culminando com a pesada interferência do Governo Americano, diretamente por seu Presidente, Donald Trump, somando também a participação de alguns órgãos daquele país, bem como de vários congressistas americanos.
O pior foi a onda de isenções, omissões e covardias de muitos neste país. Principalmente do Senado Federal, bem como, também, das próprias forças armadas que, como todas as circunstâncias que estão aí disponíveis para todos, deveria fazer valer o que está registrado em nossa Constituição Federal, nas muitas faltas e falhas, bem como crimes, daquele ministro. Mas até mesmo a população deveria ter reagido à tanta coisa ruim. Mas não o fez.
Então, ontem, um ex-auxiliar do ministro Alexandre, no Tribunal Superior Eleitoral, STE, Eduardo Tagliaferro, que está fugido deste país, exilado na Itália, resolveu apresentar e revelar todas as mumunhas existentes contra esse ministro, e o fez em depoimento no Senado Federal, alcançando surpresas diversas e variadas por parte de todos.
Um conteúdo como esse, já é o bastante para eliminar o ministro desse âmbito. Principalmente retirando-o do comando do andamento desses processos todos que ele juntou por vários anos, onde muitos não se cansam de falar, e mostrar, suas insuficiências em termos documentais.
Seria necessário, também, que os próprios colegas de togas desse ministro, tomassem iniciativas em verificar se tudo isso é merecedor ou não de credibilidade. Espera-se que eles ajam de forma isenta e honesta nisso.
Infelizmente o país alcançou um nível de disparates que já está no âmbito do inalcançável, praticamente retirando de quase todos a esperança de que um dia tenhamos o retorno ao que era antes neste país.
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