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quinta-feira, 30 de outubro de 2025

ONDE SE ERROU E ONDE SE ACERTAR E ESCOLHER UM NOVO RUMO?

      Às vezes é muito difícil desenvolver-se certos temas porque são de teores e profundidades extremas. Quase sempre causam abalos, discordâncias e até confusões. Mas, é o jeito, devemos, sim, apresentá-los. Pelo menos para que se busque entender como é que tudo se desenvolve nesse nosso cotidiano de vida.

       No after day dos tristes acontecimentos na data de ontem, 28, na cidade do Rio de Janeiro, onde, como se costuma dizer, o morro desceu para o asfalto, num sentido figurado em que bandidos que vivem em favelas, apresentaram-se para cometerem crimes contra o restante da população da cidade, só poderia dar no que deu: tiro, porrada e bombas. Bem como mais de uma centena de  mortos e dezenas de presos, bem como uma forte apreensão de armamento.

       É óbvio que correrá, e ocorrerá, um montão de assuntos, inclusive de leigos neles, buscando apresentar soluções para isso, no entanto grande parte disso cairá no espaço, sem maiores perspectivas. Mas é necessário ressaltar que a situação que se nos apresenta, é no plano do estarrecimento. E, por certo, no patamar alcançado, provavelmente nem se conseguirá, mais, resolver tais imbróglios. Mas eles serão tentados, com certeza, por quem de direito.

       Para quem acompanha os fatos que se dão nesse país, e vê nas imprensas dele, coisas esdrúxulas serem faladas e comentadas, mesmo de gente que possamos classificá-las como importantes nesses âmbitos, como o presidente da república, que recentemente afirmou com todas as letras ser o cidadão comum mais culpado que os bandidos e traficantes no país, por consumirem drogas e outros entorpecentes, permitindo àqueles sobreviverem de seus crimes. Uma afirmação pra lá de leviana, inconsequente e imbecil.

       Pegando-se carona num pedaço de tal afirmação, pode-se muito bem chegar-se à conclusão do envolvimento de parte da população com o crime que está aí. Por omissão, indiferença e conivência e aceitação disso. Mas a outra parte dela não pode ser responsabilizada por essa absurda criminalidade existente na cidade e no país.

       Alcançou-se um grau, um nível, um patamar de absurdos, onde, pelo estágio que se encontra, será quase impossível dominá-la. Também debelá-la. E há quem afirme já ter alcançado um nível extremo de calamidade pública. Com isso, deve ser quase que obrigatório o emprego das forças armadas nessas situações. Mesmo que alguém não concorde e nem aceite. Mas esses, provavelmente, não estão e nem estarão ao lado do bem e do legal. Infelizmente.

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