Ainda há muito espanto e estarrecimento em todo o mundo, com relação ao trágico episódio envolvendo um atirador que matou 77 pessoas na Noruega. Os intelectuais de plantão buscam encontrar explicações para tal ato. E cada um tenta explicar ao seu modo e visão.
O que causa um espanto maior é saber que este episódio aconteceu num país que é considerado como um dos que possuem os mais altos índices de IDH. Os problemas que lá existem são muito menores do que na maioria das nações no mundo.
A seguir, exponho duas teorias de dois intelectuais:
"Para o escritor Roman Schatz, radicado em Helsinque, na Finlândia, a Escandinávia enfrenta uma crise de identidade provocada pelo excesso de discussões sobre o "problema da imigração". Autor de vários livros sobre a sociedade finlandesa e romances como "Telewischn", uma paródia dos reality shows da TV, Schatz, de 51 anos, diz que a xenofobia começou a mostrar a cara há uns 15 anos. Mas o autor dos atentados de Oslo, ele classifica como um fenômeno diferente: um solitário numa sociedade onde a intercomunicação é reduzida e as pessoas têm poucas preocupações materiais, mas são vazias de conteúdo."
O que causa um espanto maior é saber que este episódio aconteceu num país que é considerado como um dos que possuem os mais altos índices de IDH. Os problemas que lá existem são muito menores do que na maioria das nações no mundo.A seguir, exponho duas teorias de dois intelectuais:
"Para o escritor Roman Schatz, radicado em Helsinque, na Finlândia, a Escandinávia enfrenta uma crise de identidade provocada pelo excesso de discussões sobre o "problema da imigração". Autor de vários livros sobre a sociedade finlandesa e romances como "Telewischn", uma paródia dos reality shows da TV, Schatz, de 51 anos, diz que a xenofobia começou a mostrar a cara há uns 15 anos. Mas o autor dos atentados de Oslo, ele classifica como um fenômeno diferente: um solitário numa sociedade onde a intercomunicação é reduzida e as pessoas têm poucas preocupações materiais, mas são vazias de conteúdo."
"Por sua vez, o filósofo norueguês Lars Gule vê a necessidade de uma discussão maior sobre a polarização de opiniões diante das transformações pelas quais seu país e os vizinhos passaram nas últimas décadas.
- Nunca fomos uma sociedade perfeita, ao contrário do que o mundo se acostumou a pensar - diz o filósofo de 55 anos, ex-militante radical de esquerda, para quem a ação de Breivik não significa, porém, o fracasso do modelo de social-democracia nórdica."
E, assim, muitas e muitas tentativas se darão pelo mundo. Cada um tentando explicar tal fato, bem como tentar entender o porque de uma pessoa chegar a tal extremo.
Se um dia possamos chegar a descobrir a origem exata do nosso surgimento, talvez tenhamos todas as explicações que ora buscamos. Seja na teoria da ciência quanto na da religião. E sabemos que, por enquanto, essas ainda são divergentes.
Mas que não subestimemos ou desconsideremos a tentativa por parte do criminoso, de tentar explicar e, principalmente, justificar sua ação. Como diria Shakespeare: "Há muitos mais mistérios entre o céu e a Terra, do que imagina nossa vã consciência". Mas, de imediato, há que se repudiar tal atitude. Ela é totalmente estúpida e infame.
Acredito que a origem de tudo o que há de ruim no Universo está anexado à criação do dinheiro. De há muito o ser humano vem perdendo sua principal propriedade: a humanidade. E, por desdobramento, a sua racionalidade. Talvez esteja nisso as prováveis explicações e justificativas para tanto horror. Mas não esqueçamos que existe um fato marcante que vem se implantando em nosso meio também já há algum tempo: a degradação familiar.
Daí que eu sugiro e recomendo a todos: vamos às reflexões.

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